A mentalidade do Futebol
No ano em que comemoramos 30 anos da nossa Constituição Federal, promulgada em 1988, a qual nos trouxe diversos direitos que até então não dispúnhamos em decorrência da Ditadura Militar instaurada no brasil entre 1964 e 1985. Desde então vemos o brasileiro reivindicar seus direitos, manifestar sua opinião, sair as ruas pedindo eleições diretas, o que, por óbvio, naquela ocasião não foi possível, gerando assim a criação de uma Assembleia Constituinte, com uma comissão de especialistas que daria vida a nossa carta máxima, a Constituição Federal. Quem diria que, nossa carta de alforria de uma Ditadura tirana se tornaria nossa pior prisão? Sim! Prisão! O brasileiro tornou-se refém de sua própria “democracia” concentrando o poder nas mãos de uma minoria que apenas enriquece e prejudicando aqueles que são seus iguais, e mais uma vez, vemos a inconsciência do exercício de um direito que deveria nos libertar da tirania militar, nos aprisionando a tirania de políticos corruptos.
Desde então, acompanhamos diversas “iniciativas” da população a fim de se posicionar perante a opressão, todavia, uma população que devia se unir contra a tirania, em sua maioria, assim como uma vítima se simpatiza com seu opressor depois de longos anos de convivência, tem se simpatizado com a opressão do Governo que dia após dia dá claras provas de quem tem tirado o pouco dos pobres para pagar dívidas contraídas por aqueles que conseguiram muito as nossas custas. Somos um povo que se contenta com migalhas, que se recolhe quando os grandes lançam fora o farelo do pão, e o pior, nos sentimos gratos a eles pela retribuição daquilo que nós mesmos pagamos a conta, uma mente totalmente manipulada, por uma mídia que é comprada e tem não só o objetivo de calar os menores, como extorquir os maiores pelo serviço feito. E a culpa? Seria do governo opressor? Não! Reitero, o problema do Brasil não é o Governo, mas sim os governados. A culpa é daqueles que fecham os olhos depois de ter presenciado o impeachment de sua presidente, a má gestão de seu vice, a condenação de seu ex-presidente por enriquecimento sem causa as custas do dinheiro público, a culpa é daqueles que aceitam pagar altos preços para se alimentarem, em combustíveis, em vestimentas mesmo ganhando um salário que não é nem de perto compatível com o padrão de vida que o Estado nos faz pagar em impostos.
Em maio desse ano presenciamos mais uma tentativa de manifestação por parte dos caminhoneiros, todavia, aquilo que muitos julgavam ser a “CAUSA DE TODOS”, se mostrou um movimento bem individual que, em breves linhas, prejudicou a coletividade. Ademais, se a ideia de parar o país era tão “revolucionária” porque todos não aproveitaram o ponta pé que os caminhoneiros deram e saíram as ruas contra a tirania do Estado? A resposta parece patética, mas é simples, toda a sujeira foi varrida para debaixo dos gramados de um estádio de futebol, pois, aparentemente, o grito de “GOL” do brasileiro ecoa bem mais alto do que o grito de “JUSTIÇA”, e o que a copa fará pelo país que se encontra em crise? Absolutamente nada! Seu salário continuará medíocre, o custo de vida no país continuará alto, a corrupção prosseguirá ativa e aumentando, continuaremos a sofrer todos os desastres provenientes de uma má administração pública, porém, uma “taça” e um “titulo” de hexa, mas uma vez cauterizará a mente dos brasileiros em outubro nas urnas, e por mais 4 anos veremos todo esse cenário patético que virou nosso país se repetir ao longo dos anos, frutos de uma má formação da cidadania dos jovens que reflete nas urnas quando adultos.
Desde então, acompanhamos diversas “iniciativas” da população a fim de se posicionar perante a opressão, todavia, uma população que devia se unir contra a tirania, em sua maioria, assim como uma vítima se simpatiza com seu opressor depois de longos anos de convivência, tem se simpatizado com a opressão do Governo que dia após dia dá claras provas de quem tem tirado o pouco dos pobres para pagar dívidas contraídas por aqueles que conseguiram muito as nossas custas. Somos um povo que se contenta com migalhas, que se recolhe quando os grandes lançam fora o farelo do pão, e o pior, nos sentimos gratos a eles pela retribuição daquilo que nós mesmos pagamos a conta, uma mente totalmente manipulada, por uma mídia que é comprada e tem não só o objetivo de calar os menores, como extorquir os maiores pelo serviço feito. E a culpa? Seria do governo opressor? Não! Reitero, o problema do Brasil não é o Governo, mas sim os governados. A culpa é daqueles que fecham os olhos depois de ter presenciado o impeachment de sua presidente, a má gestão de seu vice, a condenação de seu ex-presidente por enriquecimento sem causa as custas do dinheiro público, a culpa é daqueles que aceitam pagar altos preços para se alimentarem, em combustíveis, em vestimentas mesmo ganhando um salário que não é nem de perto compatível com o padrão de vida que o Estado nos faz pagar em impostos.
Em maio desse ano presenciamos mais uma tentativa de manifestação por parte dos caminhoneiros, todavia, aquilo que muitos julgavam ser a “CAUSA DE TODOS”, se mostrou um movimento bem individual que, em breves linhas, prejudicou a coletividade. Ademais, se a ideia de parar o país era tão “revolucionária” porque todos não aproveitaram o ponta pé que os caminhoneiros deram e saíram as ruas contra a tirania do Estado? A resposta parece patética, mas é simples, toda a sujeira foi varrida para debaixo dos gramados de um estádio de futebol, pois, aparentemente, o grito de “GOL” do brasileiro ecoa bem mais alto do que o grito de “JUSTIÇA”, e o que a copa fará pelo país que se encontra em crise? Absolutamente nada! Seu salário continuará medíocre, o custo de vida no país continuará alto, a corrupção prosseguirá ativa e aumentando, continuaremos a sofrer todos os desastres provenientes de uma má administração pública, porém, uma “taça” e um “titulo” de hexa, mas uma vez cauterizará a mente dos brasileiros em outubro nas urnas, e por mais 4 anos veremos todo esse cenário patético que virou nosso país se repetir ao longo dos anos, frutos de uma má formação da cidadania dos jovens que reflete nas urnas quando adultos.